Aconteceu nessa sexta-feira, dia 25, a largada oficial para o Festival de Parintins. Com exclusividade, a Band irá transmitir as três noites daquela que é uma das maiores manifestações folclóricas do país. E você podera acompanhar aqui no site tudo que aconteceu no Festival de Parintins 2010Apresentações
Nessa quinta-feira, dia 24, houve o sorteio da ordem das apresentações nos três dias. Quem abre a festança na sexta é o Garantido, às 22h, no horário de Brasília. Na sequência vem o Caprichoso para fechar o dia.
No sábado, o contrário: Caprichoso abre e Garantido encerra. Situação que se mantém no domingo. Na segunda-feira, dia 28, a partir das 13h, acontece a aguardada apuração para definir o grande vencedor do 45º Festival de Parintins.
Conheça o vocabulário próprio de Parintins
Dividida em azul e vermelho, a população de Parintins tem um vocabulário próprio, repleto de expressões e palavras estranhas ao tradicional português.
A lista de termos é tão longa que já foi transformada, inclusive, em um dicionário do evento. E o vocabulário diferente não se restringe aos termos que definem itens do festival folclórico. O parintinense também tem um jeito especial da falar o português do dia a dia.
A professora de Língua Portuguesa Erlane Farias passou a anotar expressões que já fazem parte do vocabulário da população. Em Parintims, por exemplo, todo mundo é chamado de “parente”. Ela explica que muitas palavras têm origem nas línguas indígenas da região, como jitinho (que significa pequeno) e purrudo (grande).
A cantora Daniela Mercury é uma das celebridades que vai acompanhar de perto o Festival de Parintins. O evento começa nesta sexta-feira, dia 25, com transmissão exclusiva da Band a partir das 22h (horário de Brasília.)
À convite do boi Garantido, a baiana chegou à Ilha Tupinambarana na madrugada da última quinta-feira. A previsão é que Daniela permaneça na cidade durante os três dias do festival no Bumbódromo. A festa se encerra neste domingo, dia 27.
Garantido faz apresentação completa e marcante
A apresentação do Garantido não poderia ser melhor para abrir o 45º Festival de Parintins: o hino nacional cantado por Daniela Mercury, fã assumidamente vermelha.
Perfeito para animar a Galera que esperava ansiosa até a apresentação de Israel Paulain, que chegou do céu para convocar a batucada e levantar o Bumbódromo. Curioso é que ele é de uma família que torce pelo Boi contrário. Ele é o único de coração vermelho.
Na sequência foi a vez da estreia de Sebastião Junior como levantador, no lugar do tradicional Robson Junior, que está com problemas de saúde. O novo cantor começou muito bem, acompanhado por Daniela, para entoar com força o tema do Garantido em 2010: “Tradição e Paixão”.
Mais de 400 ritmistas mostram a força da batucada do Garantido para animar a torcida e também para os jurados, que não podem ser da região norte, devido a proximidade de Parintins. Assim, pela primeira vez foi escolhido um júri do Rio Grande do Sul. Quem acompanhou de perto os ritmistas foi Ivo Meirelles, presidente da Mangueira, que por muitos anos está presente na apresentação do vermelho.
No momento da entrada dos Tuxauas, um problema aconteceu na alegoria que ficou do lado de fora do Bumbódromo. Porém, a situação foi resolvida antes do final da apresentação e a alegoria conseguiu mostrar seu brilho. O fato de mudar a ordem não atrapalha na pontuação, já que o importante é aparecer o que está no roteiro e corretamente. Outro pequeno problema apareceu na evolução da Cunhã-Poranga, com a cobra, mas que foi resolvido rapidamente.
O Garantido apresentou seu incrível e assustador Pajé, que chegou dos céus para encerrar a festa. O Boi vermelho teve um pequeno atraso no tempo final, mas que não deve atrapalhar na pontuação final do primeiro dia praticamente perfeito.
Caprichoso e Garantido fazem um belo espetáculo
Aconteceu nesta noite de ontem da 45ª edição do Festival de Parintins, diretamente do coração da Amazônia. Em um espetáculo de luz, cor e emoção, todas as atenções estavam voltadas para a já tradicional disputa entre os bois Caprichoso e Garantido.
A apresentação do Garantido não poderia ser melhor para abrir a festa: o hino nacional foi cantado por Daniela Mercury, fã assumidamente vermelha.
O Garantido apresentou seu incrível e assustador Pajé, que chegou dos céus para encerrar a festa. O Boi vermelho teve um pequeno atraso no tempo final, mas que não deve atrapalhar na pontuação final do primeiro dia praticamente perfeito.
Já o Boi Caprichoso chegou ao Bumbódromo para buscar um título, afinal, nos últimos dois anos deu o contrário. E, se depender da apresentação do primeiro dia, a agremiação está no caminho.
Com uma aposta bem teatral, o lado azul mostrou muita força nas performances e nas alegorias, como um destaque para uma reprodução do Theatro de Manaus, famoso por sua beleza mundialmente.
Caprichoso abre segunda noite com tributo às tribos indígenas
Na segunda noite do 45º Festival de Parintins, o Boi Caprichoso dedicou-se ao ritmo tribal, em uma homenagem às nações indígenas.
“O canto pela preservação dos costumes das tradições, um canto de amor à terra, ecoando no canto da floresta”, foi a deixa do porta voz do Caprichoso, Júnior Paulain.
Na abertura da segunda noite, um dos destaques é a indumentária da Marujada de Guerra do Boi azul. As fantasias tinham frente e verso, de um lado os brincantes do boi, do outro os feiticeiros.
O vozeirão do levantador de toada David Assayag também se salientou. Na segunda noite, ele representou juruparu, o Deus da música para as nações indígenas do alto do Rio Negro.
Assayag foi uma das grandes novidades da apresentação do Caprichoso neste ano. Ele retorna ao boi azul após 15 anos no vermelho.
Lenda da Wankô Fiandeira se destaca em desfile Azul
Na segunda noite, o Boi Caprichoso contou a lenda da Wankô Fiandeira, que relata a história da tribo Palikur que desafiou o Deus Poráh.
A alegoria da aranha gigante Wanko Fiandeira, primeira da noite, chamou atenção no Bumbódromo. Ela envolveu 180 pessoas: 80 na parte cênica e 100 apenas para dar mobilidade.
Brilhou também a cunha-poranga Maria Azedo, que representou a rainha das aranhas fiandeiras Wankô. Sua indumentária foi criada pelo artista Werner Botelho.
Entenda a lenda
A Wankô Fiandeira é a rainha das aranhas enviadas para cumprir a maldição dos olhos da noite, lançada à tribo dos Palikur pelo poderoso Poráh. A maldição ocorreu, pois os Palikur invadiram um local proibido.
Então, os índios da tribo sofreram várias metamorfoses, transformando-se em grandes tarântulas e caranguejeiras. A Wankô Fiandeira é a rainha dessas terríveis criaturas.
Caprichoso exalta os pássaros na celebração tribal
Na terceira parte da apresentação do boi Caprichoso foi realizado o show das tribos na arena que celebraram a harmonia com a floresta e o canto dos pássaros.
As tribo representaram oito tipos diferentes de pássaros: a arara azul, o uirapuru, o urubu rei, a garça real, o tucano, o beija-flor, o gavião real e o periquito santo.
Na sequência, foi a vez da apresentação dos Tuxuas, os chefes tribais da região do Xingu. As indumentárias exibiram os elementos da cultura. Já os versos lembraram os insetos, animais e peixes que compõem a sinfonia da floresta amazônica.
Caboclo farinheiro é homenageado no Caprichoso
A quarta parte do desfile do Boi Caprichoso reverenciou a figura típica regional, exaltando o caboclo farinheiro. A segunda alegoria, assinada por Rossy Amoêdo, representou o respeito e a união do homem da floresta com os elementos oferecidos pela natureza oferece.
Conforme a sabedoria popular amazônica, quem prova a farinha do Amazonas nunca esquece. Assim, muita gente sente-se inspirada a se tornar um caboclo para sempre.
No mesmo bloco, veio a rainha do folclore Brena Dianná, que simboliza os valores da manifestação popular do boi bumbá.
Na segunda noite, Brena personifica Mani, a pequena índia Baré que, segundo a lenda, deu origem à mandioca. A fantasia foi uma criação do artista Helerson Maia
`Raízes de um Povo´ foi terceira alegoria Azul
Na quinta parte do desfile, o Boi Caprichoso trouxe sua terceira alegoria da noite: raízes de um povo, de autoria de Rossy Amoedo. Foi o momento da exaltação folclórica, quando o boi reverencia a cultura do povo parintinense, destacando a influência do índio, do branco e do negro, representada na figura do caboclo.
O bloco também incluiu a aparição da porta-estandarte Karine Medeiros, que encarnou o espírito guerreiro das nações indígenas amazônicas.
Também foi destaque Markinho Azevedo, que interpreta a alma do boi, aquele que faz os movimentos que dão realidade ao boi bumbá na arena.
Thainá Valente brilha como sinhazinha do Caprichoso
A terceira alegoria do Boi Caprichoso trouxe a elegância e delicadeza da sinhazinha da fazenda, interpretada pela bela Thainá Valente.
Sua roupa representou a transfiguração das festas populares do bumbá meu boi para o boi bumbá de Parintins. A criação foi do artista Paulo Rojas.
A sequência da apresentação trouxe as tradicionais figuras do pai Francisco e mãe Catirina. Segundo a lenda, tudo começou com o desejo de Catirina que, grávida, tinha o desejo de comer a língua de boi. Para não perder o filho que ela esperava, pai Francisco acabou matabdo o boi predileto do amo, o dono da fazenda.
O bloco fechou com a vaqueirada, que guarda o boi Caprichoso. Nessa noite, ela teve duas representações: uma em alusão à tradicional vaqueirada e outra que lembra as festas populares que exercem influência direta na adoração ao boi bumbá.
Ritual do pajé fecha impecável apresentação Azul
A quarta e última alegoria da apresentação da segunda noite do Boi Caprichoso foi o “Gavião-Ikolen”, integrante do fechamento do desfile, marcado pelo ritual indígena.
Na crença dos pajés, o Gavião-Ikolen dá o poder de transformação em outros seres. Quando eles cantam, invocando seres do além, dos céus, das águas, da floresta, trocam sua pele de gente pelo couro dos espíritos.
A alegoria trouxe malabaristas e coreógrafos vindos do Rio de Janeiro, num intercâmbio cultural rico para o folclore e a cultura popular.
A apresentação do Caprichoso, realizada dentro do limite das 2h30, foi fechada com a aparição do pajé, Waldir Santana. O pajé é o responsável por trazer o boi de volta à vida.
Segunda noite do Caprichoso é marcada por belas alegorias
Realizado dentro do limite máximo de 2h30, o desfile foi marcado pela exuberância de suas alegorias. Já na abertura, ganhou destaque a que representou a lenda da aranha gigante Wankô Fiandeira, que envolveu 180 pessoas: 80 na parte cênica e 100 apenas para dar mobilidade. Também salientou-se o vozeirão do levantador de toada David Assayag. Ele foi uma das grandes novidades da apresentação, retornando ao boi azul após 15 anos no vermelho.
Entre as musas, estava a cunha-poranga Maria Azedo, que representou a rainha das aranhas fiandeiras Wankô. Também brilharam a rainha do folclore Brena Dianná e a sinhazinha da fazenda Thainá Valente.
O Boi Caprichoso também homenageou a figura típica regional do caboclo farinheiro. A noite foi encerrada com a lisérgica passagem do ritual do pajé, na alegoria “Gavião-Ikolen”.
Garantido fala sobre paixão e vida na segunda noite
Em sua segunda noite no Bumbódromo, o Boi Garantido focou sua apresentação no tema “paixão e vida”. Os vermelhos reverenciaram a Amazônia, a sabedoria e a simplicidade da vida cabocla e sua harmonia com a natureza.
“Este espetáculo é um convite para viajarmos ao coração da Amazônia e, juntos, descobrirmos o puldar da vida latente sob esse imenso tapete verde”, anunciou o mestre de cerimônias Israel Paulain – único de uma família de 18 pessoas que faz parte da torcida vermelha.
Outro destaque do momento inicial da apresentação do Garantido foi o levantador Sebastião Junior. Em sua segunda noite à frente do posto, deu prosseguimento competente ao trabalho do tradicional Robson Junior, que foi afastado do Bumbá neste ano por problemas de saúde.
A Batucada do Garantido entrou em cena com 400 componentes entre homens e mulheres. A batida incendiou a galera, que cantou emocionada o hino dos Vermelhos.
Lenda do Mapinguari é destaque em alegoria Vermelha
Em sua primeira alegoria, o Boi Garantido contou a lenda do Mapinguari, um ser fantástico que se tornou um dos mitos mais populares da Amazônia.
Durante a apresentação da toada “O Enigma do Mapinguri”, o levantador Sebastião Júnior teve o auxílio luxuoso da cantora Márcia Siqueira, backing vocal do Garantido há mais de 10 anos.
A alegoria também incluiu o desfile da cunhã-poranga Tatiane Barros, que representou a mãe natureza. É ela quem escuta o chamado da tribo e envia o ser encantado Mapinguari para preservar a floresta.
Conheça a lenda
Para os índios, garimpeiros e seringueiros, o Mapinguari é um macaco gigantesco, com uma boca imensa na barriga, um só olho na testa e pele igual a couro de jacaré, com uma espécie de casco de tartaruga nas costas.
Para os caboclos da Amazônia, há a crença de que ele também seria um velho pajé, que vaga pela selva, colocado por tupã como guardião da floresta.
Tuxauas Vermelhos representaram a fauna e a flora
Um dos grandes destaques da apresentação do Garantido foi a representação da fauna e da flora por intermédio dos Tuxauas. Após alguns problemas na noite anterior, foi a vez de a tribo mostrar sua exuberância sem sobressaltos.
O momento também foi valorizado pelo retorno da vaqueirada, responsável pela guarda do boi, e da toada. Neste ano, ela enfatizou os temas amazônicos que elevam a estima dos povos da região.
Garantido faz celebração à vida em momento tribal
O momento tribal do Boi Garantido trouxe para a arena a dança em celebração à vida. Em sua segunda alegoria, assinada por Jonathan Marinho, a apresentação lembrou as tribos que bailam para representar os pássaros da Amazônia.
Surgidas de dentro de máscaras que se abriram em uma revoada, desfilaram os Matipu (galo da serra), Piratapuya (gavião), Kaxinawá (beija-flor), Wayana (piaçocas), Tapirapé (garça) e os Arara (arara).
O bloco também incluiu a evolução da rainha do folclore, a diva Patrícia de Góes. Ela dançou em nome dos pássaros amazonenses que cantam pela preservação do bioma da região e sua fauna exuberante. O reinado de Patrícia já dura 6 anos, desde 2004 quando estreou na nação Vermelha.
Celebração folclórica destaca a sinhazinha do Garantido
Além dos lamparineiros e dos caboclinhos, foi o momento do divertido desfile dos tradicionais pai Francisco e mãe Catirina, representados por Perinha e Miscicléia Aguiar.Nação Vermelha homenageia o caboclo ribeirinho
Em sua quarta alegoria, o Boi Garantido homenageou a figura típica do caboclo ribeirinho, que representa a transfiguração entre índios, brancos e negros.Com participação sempre muito ativa da galera, que se sobressaiu ao longo de toda o desfile, os ribeirinhos entraram pelo centro da alegoria, encenando a atividade da pesca.
O momento também trouxe a aparição da porta-estandarte Raissa Barros, que representou a coruja, pássaro místico da Amazônia. O animal significa a força e a sabedoria. Lindíssima, Raissa surgiu de dentro do peixe, das mãos do pescador no meio da alegoria.
Garantido fecha apresentação com Ritual Turé
Tentando sua décima vitória no quesito, o pajé André Nascimento precisou se esforçar em dobro, uma vez que no desfile de sexta não conseguiu exibir-se para as laterais, o que atrapalhou sua avaliação pelos jurados.Em uma indumentária luxuosa, em muito verde e amarelo, André realizou o ritual com bastante empolgação e domínio da arena. Sua dramatização foi feita diante de uma colorida alegoria, assinada por Junior de Souza.
E mais uma vez, a galera fez sua parte, mantendo a animação até o fim, fazendo o chão do Bumbódromo tremer.
Garantido tem participação valiosa da galera
A galera vermelha foi uma das grandes estrelas da segunda noite do Boi Garantido focou no Festival de Parintins. Com o tema “paixão e vida”, o bumbá teve o auxílio luxuoso dos torcedores do início ao fim da apresentação.
No desfile que reverenciou a Amazônia, a sabedoria e a simplicidade da vida cabocla, também foi destaque o levantador Sebastião Junior. Apenas em duas noites à frente do posto, mostrou segurança e competência, dando seguimento ao trabalho de Robson Junior, afastado do Bumbá por problemas de saúde.
Também brilhou no desfile, bela cunhã-poranga Tatiane Barros, que representou a mãe natureza. Entre s musas da noite, também estiveram a sinhazinha Ana Paula Ianuzzi, a porta-estandarte Raissa Barros e a rainha do folclore Patrícia de Góes.
O desfile tribal foi marcado pela dança dos pássaros da Amazônia, surgidos de dentro de máscaras que se abriram em uma revoada. Outro momento de beleza foi a representação da fauna e da flora por intermédios dos Tuxauas – desta vez, sem sobressaltos no desfile.
A noite foi fechada com o Ritual Turé, entre as tribos Palikur, Galibi e Karipuna. Na busca pela décima vitória no quesito, o pajé André Nascimento realizou o ritual com bastante empolgação e domínio da arena. Sua dramatização foi feita diante de uma colorida alegoria, assinada por Junior de Souza.
Segunda noite em Parintins exibe desfiles impecáveis
A segunda noite do 45º Festival de Parintins foi marcada pela empolgação e tranquilidade na exibição das alegorias. Após alguns problemas registrados na abertura, Caprichoso e Garantido fizeram desfiles impecáveis.
O Caprichoso abriu a noite, às 22h, com sua homenagem às nações indígenas. Entre os destaques ficou a exuberância da lenda da aranha gigante Wankô Fiandeira. Quem também chamou atenção foi o vozeirão do levantador de toada David Assayag, que voltou ao boi azul após 15 anos no vermelho.
Entre as musas, brilharam a cunha-poranga Maria Azedo, a rainha do folclore Brena Dianná e a sinhazinha da fazenda Thainá Valente.
O Boi Caprichoso também homenageou a figura típica regional do caboclo farinheiro. A noite foi encerrada com a lisérgica passagem do ritual do pajé, na alegoria “Gavião-Ikolen”.
Por volta das 2h, o Garantido entrou no Bumbódromo, tendo a galera vermelha como uma das grandes estrelas da apresentação. Com o tema “paixão e vida”, o bumbá teve o auxílio luxuoso dos torcedores do início ao fim da apresentação.
No desfile que reverenciou a Amazônia, também foi destaque o levantador Sebastião Junior. Apenas em duas noites à frente do posto, mostrou segurança e competência, dando seguimento ao trabalho de Robson Junior.
Entre as belas, estavam a cunhã-poranga Tatiane Barros, a sinhazinha Ana Paula Ianuzzi, a porta-estandarte Raissa Barros e a rainha do folclore Patrícia de Góes.
A noite foi fechada com o Ritual Turé, entre as tribos Palikur, Galibi e Karipuna. Na busca pela décima vitória no quesito, o pajé André Nascimento realizou o ritual com bastante empolgação e domínio da arena. Sua dramatização foi feita diante de uma colorida alegoria, assinada por Junior de Souza.
Na segunda noite, nenhum dos bois ultrapassou o tempo máximo de 2h30 de desfile. A terceira e última noite do Festival de Parintins terá a transmissão exclusiva da Band a partir das 22h deste domingo, mas você também poderá conferir aqui no site Tô na Mídia OnLine, tudo que aconteceu na ultima noite do Festival de Parintins.
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